As PME que dispersem pelo menos 25% do capital em bolsa vão poder abater ao IRC os custos com a operação. O Governo quer, desta forma, incentivar as empresas a financiarem o seu crescimento através do mercado accionista, em vez de recorrerem apenas ao crédito bancário.
A proposta de Lei do OE para 2010 prevê que as empresas possam majorar em 200% os gastos com a admissão à bolsa em sede de IRC. O que significa que uma PME que gaste, por exemplo, 50 mil euros, poderá abater 150 mil euros ao imposto. O benefício tem um tecto: 200 mil euros num período de três anos.
(in, Jornal de Negócios por André Veríssimo)

Sem comentários:
Enviar um comentário